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A Força da Crítica e a Grandeza da Transformação

  • Foto do escritor: Marcilio Maran
    Marcilio Maran
  • 26 de abr. de 2025
  • 3 min de leitura

Não espero que você, leitor, termine este artigo, nem mesmo que se interesse em prosseguir após o primeiro parágrafo. Afinal, a cultura — esta essência vital que transcende a mera informação — é compreendida por poucos e aceita por menos ainda. A verdade, quando toca nossos sentimentos mais profundos, costuma afastar aqueles que não aprenderam a sublime arte de esperar e amadurecer.


Vamos refletir sobre um tema que atravessa gerações: a oposição como motor da evolução humana. Um fenômeno que pode ser melhor compreendido através da filosofia de um pensador alemão chamado Georg Wilhelm Friedrich Hegel — não "Hengel", como muitos erram —, nascido em 1770. Hegel, um idealista absoluto, formulou a célebre teoria da dialética hegeliana, que nos ensina: toda tese (posição) gera uma antítese (oposição), e do embate entre essas forças surge uma síntese — um novo estágio de consciência e ação.


Hegel nos mostra que o embate de ideias, longe de ser destrutivo, é o verdadeiro motor do progresso. No entanto, é preciso sabedoria para entender essa dinâmica, pois nem toda oposição é construída sobre o alicerce da verdade e do bom senso. Na política, por exemplo, a crítica nem sempre nasce do desejo de aprimorar o coletivo, mas muitas vezes brota da inveja, do despeito e da sede de vingança.

Trago comigo um pensamento que sempre me guiou:


"Sem oposição não há desafio, e sem desafio, não há crescimento."


O verdadeiro adversário — aquele que expõe nossos erros com honestidade — é um tesouro raro. Ele nos ensina através da dor. Já os que criticam movidos por ressentimento, desprovidos de lucidez e senso de realidade, apenas projetam suas próprias frustrações. Cegos pela inveja, tornam-se vigilantes severos das palavras alheias, enquanto absolvem seus próprios excessos. É um comportamento que beira o psicótico, pois, em vez de construir, preferem corromper o que poderia ser diálogo e evolução.


Permita-me citar um exemplo vivo, fruto da minha experiência atual na cidade de Santana de Pirapama, situada a cerca de 150 km de Belo Horizonte, via BR-040 e BR-135. Um município singular, com uma extensão territorial de 1.221 km² e 1.270 km de estradas vicinais — números que, por si só, revelam a imensidão dos desafios administrativos.


Pirapama recebe, mensalmente, do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), praticamente o mesmo valor que cidades como Cachoeira da Prata, que possui apenas 61 km² de território e 26 km de estradas rurais. A comparação é gritante: administrar um município cuja estradas vicinais são 20 vezes menor em extenção, com infraestrutura infinitamente menos complexa, é incomparavelmente mais simples.


E, no entanto, na ingenuidade — ou má-fé — de alguns, Pirapama é diariamente comparada a realidades tão díspares, numa tentativa torpe de deslegitimar os avanços que estamos construindo. Trata-se de uma distorção consciente da realidade, alimentada pela manipulação de dados e pela má vontade de quem, frustrado por não integrar a nova administração, prefere atacar a dialogar.




Esses críticos não se importam com a verdade; sua luta é pelo poder perdido ou jamais alcançado. Arrastam consigo outros descontentes, espalhando veneno travestido de opinião. Não sabem esperar, não sabem construir. Vivem da força bruta da crítica infundada, revelando, como já dizia Sócrates, que "a vida não examinada não merece ser vivida".


No governo do prefeito Marcos Tameirão, desde o primeiro dia enfrentamos essa realidade. Não nos abalamos. Como nos ensina a história das grandes revoluções sociais, é do enfrentamento das dificuldades e das críticas — sinceras ou desonestas — que nascem os projetos mais sólidos e duradouros.


Aceito a crítica verdadeira. Abraço o debate honesto. Cresço com ele.

Evoluir é o dever silencioso de todos nós — nas relações pessoais, na vida pública, no íntimo de nossas almas. No entanto, é vital distinguir: há conflitos que edificam e há conflitos que apenas mascaram as frustrações de quem não aprendeu a amadurecer.


O atual governo de Santana de Pirapama representa mais do que uma gestão: é a expressão viva da transformação. Marcos Tameirão foi eleito para mudar, e vai cumprir sua missão — com coragem, serenidade e, acima de tudo, com amor pela nossa gente.


Seguimos firmes.A mudança é real.E nada poderá detê-la.




 
 
 

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