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**Solidariedade e a Dignidade Humana: Uma Relação Essencial**

  • Foto do escritor: Marcilio Maran
    Marcilio Maran
  • 14 de nov. de 2024
  • 3 min de leitura

 

Solidariedade e a Dignidade Humana: Uma Relação Essencial

 

Franz Kafka, um dos escritores mais influentes do século XX, deixou um legado literário que permanece profundamente relevante. Conhecido por seu estilo único e visão crítica da sociedade, Kafka explorou a condição humana em obras memoráveis como O Processo e O Castelo. Esses livros tratam de temas que, apesar de escritos há décadas, ainda são constantes em nossa realidade, abordando questões de “opressão” e “burocracia” em contextos que desafiam a lógica e nos fazem refletir sobre os sistemas que governam a sociedade.

 

Em minha trajetória como marqueteiro de campanhas políticas nos estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais, tive a oportunidade de vivenciar o impacto das palavras de Kafka, em especial sua frase: “A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.” Esse pensamento resume, de forma brilhante, o que procuro observar em cada político com quem trabalho: sua capacidade de empatia, de ser solidário com as dificuldades do outro e de promover um ambiente em que todos, sem exceção, se sintam respeitados.

 

A política, assim como o marketing, é, acima de tudo, uma construção de confiança com o eleitorado. Para ser eficaz, o político deve se apresentar como um “produto” que carrega valores inegociáveis — e a solidariedade, expressa em ações concretas, é um desses valores fundamentais. Quando o candidato manifesta esse princípio com sinceridade, ele se torna aceitável e desejável perante a opinião pública. Um líder solidário e empático não apenas conquista votos, mas também gera confiança e respeito, elementos cruciais para uma representatividade legítima.

 

Somos seres sociais, e para viver em sociedade precisamos, antes de tudo, de “empatia” — de nos enxergar no outro. Em minha experiência profissional, percebo que este é o primeiro aspecto que observo ao conhecer um político: sua habilidade de compreender e adaptar-se às realidades alheias, sua disposição em conectar-se com as pessoas sem distinção. Esse é o ponto de partida para uma jornada que pode levá-lo ao sucesso eleitoral e, mais importante, a ser um verdadeiro representante das aspirações de todos, independentemente de diferenças sociais, físicas, intelectuais ou de opinião.

 

A prática da solidariedade, no entanto, não deve ser apenas um discurso, mas sim uma ação constante. Ela se manifesta quando estendemos a mão a quem enfrenta dificuldades, quando nos dispomos a ouvir com atenção, ou quando lutamos por políticas públicas que garantam equidade e justiça social. São essas ações concretas que sustentam a dignidade humana, fortalecendo a sociedade e proporcionando um ambiente em que todos, especialmente os mais vulneráveis, sintam-se respeitados e valorizados.

 

Dedico este texto à vereadora Marli, reeleita em Santana de Pirapama, que recentemente enfrentou um momento difícil ao intervir para proteger familiares em meio a uma ação policial. Na ocasião, foi algemada e agredida verbal e fisicamente, mesmo dentro de um hospital, em uma situação que infelizmente refletiu a falta de solidariedade por parte daqueles que deveriam proteger os direitos dos cidadãos.

 

Que este texto sirva de reflexão para todos que, em momentos críticos, optam pelo silêncio ou viram as costas. A verdadeira solidariedade não conhece limites de classe, poder ou influência; é uma responsabilidade que todos nós carregamos e que precisa ser praticada diariamente. De minha parte, continuo firme em meu compromisso de ser solidário, não apenas com Marli de Santana de Pirapama, mas com todos que, em algum momento, necessitem de apoio e de uma palavra amiga.

 
 
 

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